Chico Xavier é testado por computador super inteligente – O resultado foi surpreendente

Chico Xavier é testado por computador super inteligente – O resultado foi surpreendente

Chico Xavier é testado por computador super inteligente – O resultado foi surpreendente
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A Revista Superinteressante noticiou nesse ano de 2017 um feito científico, onde foram utilizadas as obras do médium Chico Xavier.

Como trata-se de ciência humana, feita por mãos humanas e máquinas ciadas por mãos humanas, temos que levar em consideração o ceticismo humano.

Mesmo sendo um estudo que envolve somente o plano material, pois sabemos que o plano espiritual ainda encontra-se inatingível para a ciência, isso não é motivo para desmerecer o estudo, pois os resultados ainda assim, foram surpreendentes.

Francisco Cândido Xavier morreu há 15 anos, deixando para trás mais de 412 livros escritos. Mas ele sempre rejeitou a autoria de todos, pois o crédito era todo pertencente aos espíritos que psicografava.

Com o aniversário de falecimento do líder espírita, uma empresa brasileira resolveu investigar a obra de Chico usando inteligência artificial, ou seja um super computador. Ao longo da vida, ele psicografou livros de vários autores diferentes.

A ideia era usar todo o poder de computação para responder duas perguntas: esse autores têm cada um seu estilo próprio? Eles são suficientemente diferentes entre si?

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Resumindo, a máquina tinha o objetivo de investigar se Chico Xavier teria capacidade de copiar o estilo de cada um desses autores ou se ele realmente era um fenômeno muito além da compreensão da ciência.

A Stilingue, uma empresa que trabalha com análise de textos via inteligência artificial resolveu testar como as obras psicografadas seriam analisadas. Escolheu-se por uma técnica de aprendizado de máquinas chamada Deep Learning.

Esse tipo de computador, se fosse usado para reconstruir a Bíblia, a máquina logo ia aprender que precisa colocar um número antes de cada frase, porque o livro é estruturado em versículos, por exemplo.

No caso de Chico Xavier, o estudo da Stilingue selecionou três dos principais autores psicografados pelo médium: Emmanuel, André Luiz e Humberto de Campos.

Devidamente treinado, o computador começou a imitar os textos. André Luiz, por exemplo, tinha o hábito de colocar falas espaçadas entre blocos de texto maiores, ao invés de criar longos blocos de diálogos.

Mas, de tudo isso, qual foi o veredito do estudo sobre Chico Xavier?

Se o estudo atesta algo, é a genialidade do médium. Escrever o volume de texto que ele escreveu, com personas comprovadamente distintas, mas uniformes entre si, não precisa nem ser sobrenatural para ser absolutamente impressionante.

Segundo nosso entendimento sobre o estudo:

Era humanamente impossível que uma única pessoa pudesse imitar tantos autores em tão pouco tempo e, cada um desses autores com um estilo de escrita e de ideias diferentes.

Imagine só um único homem imitar inúmeros poetas, cada um com seu estilo de poesia diferente, sem contar com os autores que não se enquadravam dentro da poesia, mas sim no texto em prosa, e ainda assim também cada um com seu próprio estilo literário. Como já dissemos, seria impossível.

A pesquisa só conseguiu classificar Chico como um “fenômeno” e nada mais, pois a ciência, mesmo com suas máquinas super inteligentes, não conseguem alcançar o que não está nesse plano material. A ciência material ainda não consegue descrever o que ocorreu com Chico e com incontáveis outros médiuns espalhados pelo mundo.

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