Divaldo Franco diz que quase cometeu suicídio por influência de um obsessor

Divaldo Franco diz que quase cometeu suicídio por influência de um obsessor

Divaldo Franco conta algumas de suas histórias envolvendo um obsessor que lhe acompanhou por muito tempo. Tais experiências de Divaldo estão descritas no livro “O Semeador de Estrelas”, de Suely Caldas Schubert.

Divaldo define a aparência do seu obsessor e como ele agia, quando ele lhe aparecia

Até onde vai a minha lembrança eu sempre detectava a presença de uma Entidade, um sacerdote romano, respeitável, com ares adversários contra mim, numa atitude agressiva, ameaçando-me, a princípio de forma educada e depois com muita rispidez- E prometendo que, se eu não seguisse as suas diretrizes ele terminaria por me destruir.

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Mas eu era muito jovem para entender essas sutilezas da mediunidade.

Divaldo conta como quase suicidou-se por influência do obsessor:

No rol das minhas lembranças, vem-me à mente uma tentativa malograda de suicídio, quando eu contava dezenove anos, por afogamento, no mar.

Numa noite — eu tinha certas visões desagradáveis — então, sofri um desses fenômenos e ouvi uma voz me chamando e me hipnotizando.

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Dizia que a solução para mim — a única — seria destruir o corpo, porque, na Terra, eu sofria muito, e, se destruísse o corpo, iria ser plenamente feliz, partiria para o Mundo Espiritual, onde estavam as pessoas que me amavam, aquelas que estão vinculadas a mim, e que já era tempo de me libertar dessa canga difícil, que era a vida física.

Morávamos perto da praia. Eu saltei a janela e fui sendo arrastado pela indução hipnótica em direção ao mar.

Era madrugada e não havia ninguém por perto. Nilson, que é muito vigilante, percebeu o que estava acontecendo e me acompanhou. Notou, quando eu me lancei mar a dentro. As primeiras ondas molharam-me os pés, mas eu prossegui. (Até hoje eu não sei nadar).

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Fui entrando sob aquele fascínio, até que as ondas bateram no meu rosto, provocando-me um choque e despertando-me. Ao dar-me conta da situação, fiquei desesperado: ver-me com roupa dentro do mar, de pijama e sem saber o que havia acontecido.

Nilson estava próximo, orando, porque ele conhecia a interferência Divina, que nunca falta. Nesse exato momento, quando ele me viu a debater e gritar, atirou-se às ondas e me resgatou, trazendo-me para a praia.

Quando eu ia saindo das águas, amparado por ele, vi a Entidade, com aspecto dominador, dizendo que me mataria, não adiantava recalcitrar: ou eu abandonava o meu compromisso recebido com o Espiritismo.

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Divaldo disse que deu este apelido para seu obsessor, pois o seu rosto o fazia lembrar a personagem do filme com a “máscara-de-ferro”, só que o ferro era como que incandescente na visão de Divaldo.

Este espírito perseguiu Divaldo por décadas. Ele sempre tentava fazer com que Divaldo retomasse um antigo caminho de outra religião em que viveu em vidas anteriores. Embora fosse insistente e submetesse Divaldo a várias provações, Divaldo disse não ter dado o braço a torcer.

Existem alguns outros episódios em que Divaldo foi alvo das artimanhas do Máscara de Ferro, inclusive ele contou como se livrou das perseguições, mas isto é conversa para outra matéria.

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Hugo Gimenez

Hugo Gimenez é o editor do blog O Estudante Espírita. Fisioterapeuta formado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), começou suas primeiras leituras da Doutrina Espírita com 15 anos de idade. Hoje em dia, se interessa não só por literaturas próprias do Espiritismo, mas também por assuntos de espiritualidade em geral.
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