Homem é encontrado morto no banheiro de centro espírita em SP

A Polícia Civil investiga o caso de um engenheiro que estava desaparecido e depois foi encontrado morto no banheiro da Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp).

A investigação aguarda o resultado o laudo necroscópico para saber a causa da morte. Os policiais querem saber se Claudio Arouca foi vítima de um crime, se se suicidou ou ainda se teve morte natural.

O homem de 49 anos havia sumido no dia 13 de julho, uma quinta-feira, quando foi visto pela última vez deixando o carro num estacionamento ao lado da Federação, no centro da capital paulista. Policiais analisam câmeras de segurança que mostram esse momento.

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Também teriam imagens gravadas com a entrada dele no prédio. Ele teria ido ao local porque namoraria uma frequentadora do lugar. A mulher não foi localizada.

O corpo só foi encontrado dois dias depois, em 15 de julho, um sábado, por um funcionário da limpeza dentro do banheiro. Claudio não teria sinais de violência. Apesar disso, o caso é investigado pelo 1º Distrito Policial (DP), na Sé, como morte suspeita.

Por telefone, a ex-mulher do engenheiro falou que a família está apreensiva sem saber o que aconteceu. “Os exames que foram feitos na hora no IML [Instituto Médico Legal] não foram conclusivos. Eles apontaram o seguinte: ‘causa da morte a esclarecer’”, disse a dentista Adriana Colombo, de 50.

Adriana teve três filhos com Claudio, de quem se separou. A dentista falou ainda que o ex-marido se dividia entre São Paulo, onde administrava os imóveis da família, e Eunápolis, na Bahia, onde morava.

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                                                          Imagem do Facebook.com

“A gente não sabe de nada, mas quero que tenha sido natural [a morte] porque nos daria mais conforto”, comentou a ex. “Disseram que os exames que irão apontar a causa da morte demoram dois meses para ficarem prontos”.

Policiais do 1º DP disseram à reportagem que se o laudo do IML apontar que Claudio foi vítima de um crime, por exemplo um assassinato, o caso passaria a ser investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Se o resultado apontar que ele se matou ou se foi morte natural (um infarto, por exemplo) o inquérito seria concluído e encerrado com o arquivamento. Parentes não acreditam em suicídio.

Fonte: Portal de notícias do G1

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Hugo Gimenez

Hugo Gimenez é o editor do blog O Estudante Espírita. Fisioterapeuta formado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), começou suas primeiras leituras da Doutrina Espírita com 15 anos de idade. Hoje em dia, se interessa não só por literaturas próprias do Espiritismo, mas também por assuntos de espiritualidade em geral.