O que acontece em 7 meses de uso da Ressonância Harmônica?

O que acontece em 7 meses de uso da Ressonância Harmônica?

O que acontece em 7 meses de uso da Ressonância Harmônica?
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Como já falamos aqui no blog certa vez, o termo Ressonância Harmônica (RH) foi elaborado para descrever o trabalho do Professor Hélio Couto. Segundo ele: “a Ressonância Harmônica é uma ferramenta tecnológica que desenvolvi ao longo de décadas de pesquisa independente e que permite ao ser humano atingir crescimento acelerado e ilimitado em todas as áreas da vida.”

De uma forma geral, dentre os principais benefícios do uso da Ressonância seriam:

✓ Expandir talentos e capacidades;
✓ Eliminar crenças limitantes ou bloqueios ao crescimento pessoal;
✓ Expandir a consciência;
✓ Experenciar outros níveis da realidade.

Neste artigo descreveremos o que acontece com uma pessoa que usa a Ressonância Harmônica durante um período de 7 meses, ou seja, menos de um ano. As informações apresentadas nesta leitura podem ser encontradas no livro Mentes In-Formadas (do prof. Hélio Couto).

Os dois primeiros meses

“No primeiro mês é como se um trem estivesse parado na estação há anos. Todos se acostumaram a ver o gigante imóvel. Subitamente, ele começa a andar e, aos poucos, ganhar velocidade. Todos esperavam por isso há muito tempo, por isso a felicidade é geral.

Novos negócios, oportunidades de emprego, clientes começam a surgir, dívidas são recebidas, a saúde melhora, relacionamentos melhoram e assim por diante. A vida ganha um novo impulso. Temos muita dopamina, serotonina, endorfina sendo produzidas no cérebro.

Os velhos programas de autossabotagem estão na mente esperando para entrar em ação com mais força. Não é novidade, pois eles já estavam atuando há anos para manter o trem parado. Portanto, entre o trem se mover e alcançar a velocidade de cruzeiro há uma distância considerável. Leva um tempo para que isso possa ocorrer. A fronteira da autossabotagem está um pouco à frente.

É no segundo mês que os indícios de que algo não vai bem começam a surgir. Podem ocorrer alguns sintomas físicos; alguns clientes podem faltar às consultas ou às reuniões; alguns amigos podem se afastar. Estamos encostando na fronteira, sutilmente. E o programa da autossabotagem começa a dar sinais de vida e ativa alguns mecanismos para nos paralisar novamente. Nesta hora, temos de nos perguntar se queremos realmente crescer.”

“(…) Pode ser que o programa de autossabotagem seja tão forte que a pessoa nem perceba que está sabotando e diga que não sente nenhuma mudança ocorrendo.”

Para exemplificar a questão da autossabotagem, o autor nos mostra uma situação hipotética:

“Se perguntarmos às pessoas se elas gostam de dinheiro é claro que todos responderão afirmativamente. Alguns dirão que dinheiro não é tudo na vida. (sinal claro de autossabotagem). Se perguntarmos se querem ganhar dinheiro alguns dirão que sim. Então se oferecermos trabalho para o próximo sábado, muitos dirão que não é possível porque vão a uma festa de um aniversário, um churrasco, um jogo, uma novela, uma viagem etc. Portanto, entre o sonho de querer dinheiro e a realidade do que se faz para mudar de vida, existe um degrau enorme. Nessa hora a verdade aparece: a pessoa não quer mudar de vida, realmente, pois prefere continuar na zona de conforto.”

No início assim como durante o processo de uso da ressonância, é comum passarmos por desintoxicações do nosso campo físico, mental e espiritual, por isso passamos por algumas catarses, que vem gerar algum desconforto, mas que se não pusermos força para frear o nosso crescimento, elas logo desaparecem.

“Outras vezes a pessoa sente tanta mudança, passa por tamanha catarse (e achava que não tinha nada para ser limpo), que interrompe o processo. Para que a borboleta possa voar, antes precisa sair do casulo. Para que possamos viver temos de sair do útero. É difícil? É complicado? É doloroso? Sim, mas absolutamente necessário.”

Terceiro e quarto mês

“No terceiro mês observamos um aprofundamento do quadro anterior. A limpeza é maior, mais profunda. O tapete está sendo levantado cada vez mais. A sujeira vem à tona e precisa ser limpa. Não há outro caminho, mas a pessoa pode exercer seu livre arbítrio e optar por deixar tudo como está e abandonar o processo.

É no terceiro mês que a decisão tem de ser tomada, se continuamos avançando ou não. (…) Nesse ponto as pessoas dizem que não sentiram grandes mudanças entre um mês e outro. 

A onda que está inundando o cérebro é gigantesca e poderosa. A mudança de paradigma deveria ser tremenda. Todas as crenças que não são reais, que não estão de acordo com a realidade, deveriam ser abandonadas. Não funcionam agora como nunca funcionaram.

A expansão da consciência e a sua complexidade aumentam sem cessar. Começamos a enxergar o que nunca tínhamos visto. Agora temos clareza de mente, de consciência. Entendemos cada vez mais como funciona o Universo. Do terceiro para o quarto mês há um salto de consciência significativo. Quem passa por este marco tem tudo para ir em frente.

No quarto mês as coisas estão muito mais claras. Já sentimos que podemos mudar nossa vida. Chegamos à fronteira e fomos adiante. Enfrentamos a batalha contra a preguiça, de não querer fazer nada, de querer dormir mais e mais, e fomos adiante.

Os negócios estão cada vez mais prósperos, nossa carreira na empresa está avançando ou decidimos abrir nosso próprio negócio ou mudar de carreira. De qualquer forma, as mudanças estão em curso. Continuamos sendo desafiados a mudar nosso paradigma constantemente. Isso não acabará nunca, pois a evolução não tem fim.”

Quinto e Sexto mês

“No quinto mês aumenta a clareza de pensamentos. Tudo flui muito mais fácil, sem a necessidade de sofrimento. Produzimos ainda mais. Estamos conscientes de que pensamos e criamos, que basta um pensamento e um sentimento para criar a realidade. Temos claramente que se pensarmos em algo negativo, isto aparece em nossas vidas instantaneamente. Por isso, é preciso direcionar nossos pensamentos e sentimentos para coisas positivas e construtivas.

No sexto mês estamos prestes a dar o grande salto. O primeiro grande salto da nossa vida. Os próximos saltos serão a cada seis meses. Isso é o normal, mas existem variações.”

Veja mais: 

O sétimo mês

“No sétimo mês sentimos uma grande mudança na nossa visão de mundo. Estamos felizes. Estamos nos realizando cada vez mais. Já percebemos que não existem limites e barreiras. Que é possível expandir-se sem cessar. Que praticamente tudo é possível, que pensamos e criamos, sem parar. Já eliminamos muitas crenças que não tinham fundamento real. Quanto mais dessas crenças jogarmos fora mais cresceremos.”

“(…) Podemos impor uma taxa de crescimento acelerada porque damos conta. O programa da autossabotagem continua sendo enfrentado e limpo. Ele é persistente, mas já vencemos uma grande etapa. Somos mais fortes do que ele. Ele é baseado em crenças e elas estão sendo descartadas. Continuaremos assim, crescendo mais e mais, nos preparando para o salto dos doze meses. A cada seis meses ocorre um salto muito grande e cada vez maior já que a progressão é exponencial.”

Fonte: Mentes In-Formadas (Hélio Couto).

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