Psicografia de Dyelson, cantor da Banda Perusco, 4 anos depois do desencarne

Psicografia de Dyelson, cantor da Banda Perusco, 4 anos depois do desencarne

Psicografia de Dyelson, cantor da Banda Perusco, 4 anos depois do desencarne
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No ano de 2014, numa manhã terça-feira, 18 de novembro, foi encontrado o corpo do vocalista do grupo carnavalesco Patusco, Dyelson Cardoso de Lima, 25 anos na Mata de Dois Irmãos, Zona Norte do Recife.

Ele estava jogado em uma ribanceira, preso em galhos de árvores, na Estrada dos Macacos. O corpo de Dyelson foi encontrado sem documentos, mas um bombeiro que atuou no resgate conseguiu identificá-lo.

O laudo da substância foi realizado em em janeiro de 2015 foi confirmado que a substância no bolso de Dyelson tratava-se de um derivado da cocaína. O delegado responsável, na época, elencou a possibilidade da droga ter sido colocada na intenção de incriminar o músico.

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Em 2018, quatro anos após o crime, a Polícia Civil emitiu uma nota informando já ter informações da motivação e autoria do crime, no entanto não poderia ser repassada para não atrapalhar a conclusão do inquérito.

Na carta psicografada de Dyelson, logo abaixo, o cantor tranquiliza a mãe e disse que nunca teve envolvimento com drogas e que a intenção da certa é consola-la, e não apontar culpados.

A psicografia foi obtida no dia 25 de novembro de 2018, quatro anos após o desencarne do músico.

O responsável pela sessão da psicografia foi o médium Orlando Noronha. Nosso blog não tem nenhuma ligação com o médium. Somos apenas um site na internet que divulga o trabalho devido sua importância.

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Início da comunicação:

Mãe… Dona Neide. Pai Francisco…

Chegou o nosso dia. Fico feliz por esse momento. É a vó Maria que está me ajudando a escrever. Espero colocar a paz de vez em seu peito. Você conhece seu filho e eu não iria me meter em drogas.

(…) Você sabia, na verdade, que o laudo explicaria que eu não poderia ter nenhuma vinculação com a droga. Agora está tudo esclarecido, mas não esquente a cabeça com as “conversinhas” por aí de que eu só não estava naquele momento, assim, em clima de envolvimento com a droga.

Eu não quero avançar no autor do homicídio para comigo. Os homens bons aqui dizem, que o importante é trazer conforto para você. E preciso conservar o médium de qualquer situação perigosa.

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Não seria ético colocar o nosso amigo [o médium] em qualquer perigo.

Este assunto da busca do autor, estaremos dando o apoio para vocês, certo mãe?

O importante é saber que eu vou bem, beleza. A vó Maria abraça-nos. E aproveito para deixar a minha mensagem de apoio para meus irmãos, o Jhony e o Antony.

Torcerei por eles daqui. Enquanto os atendimentos ocorriam, eu lembrava quando zoava com você, chamando-a no peito com “Oh, Dona Neide…”

Mas neste tempo, esperando a minha vez, eu escrevi para você uma canção:

“Estrela da noite, viajo pelas estradas da vida, como sem rumo perdido nas minhas desilusões desejo buscar no caminho a prumo. Viajo, viajo pelo céu dos meus sonhos. Vejo meu ideal materializado, mas sei que não vou desistir. Não vou viver marginalizado.

O cordão umbilical foi cortado, mas na sombra do meu eu, muitas ilusões me corroeu. Olho no céu escuro de mim, vejo um ponto de luz que me atrai, como um imã que me conduz.

Quanto mais aproximo, surge uma estrela de beleza. É você mãe, minha mãe, a minha eterna pureza.”

Mãe, dona Neide… é o que consigo escrever para você hoje. Fica em paz, sua paz será a minha.

Seu cantor, Dyelson Cardoso de Lima.

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