Psicografia: Fabíola conta como desencarnou em meio à festa e às drogas

Psicografia: Fabíola conta como desencarnou em meio à festa e às drogas

Psicografia: Fabíola conta como desencarnou em meio à festa e às drogas
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Nota de Esclarecimento: A responsabilidade pela comunicação obtida através dessa psicografia é do Grupo de Socorrista Obreiros  do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro.

Os médiuns da casa frenquentemente recolhem psicografias de desencarnados ainda no estado de perturbação, ou seja, no momento em que está ocorrendo o resgate espiritual, ou ainda quando estão no período de recuperação do perispírito.

A casa divulga algumas dessas psicografias tendo em vista a utilidade pública das informações, podendo-se fazer uma correlação entre o cotidiano do plano físico e espiritual.

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Início da comunicação:

Eu estava naquela noite tão eufórica, mais uma festa, uma noite onde tudo eu podia, as bebidas, as drogas e muita dança e outras coisas mais.

Que loucura, o som alto inebriava o ambiente, os corpos dançavam loucamente naquele ambiente, todos ali presente estavam em êxtase. Bebi muitas doses da doce vodka e daí um, dois e outros comprimidos da droga da alegria.

O som cada vez mais alto, mais loucos ficavam.Não sei por que e nem como o som tornou-se inebriante, as luzes piscavam intensamente e daí as pessoas tornaram-se tão estranhas, a pista rodava a uma velocidade estonteante…

Que loucura do nada a festa sumiu, as pessoas sumiram e me vi só, sem euforia, só tristeza, estava na pedra fria, mas que lugar era aquele, eu estava na festa e porque aquela pedra fria? Ouvi ao longe chamarem-me, mãe? O turbilhão logo colheu-me novamente, o som, a luz da pista a brilhar intensamente.

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Porque tanto choro, por quê? Eu vi um velório e muitos de meus amigos ali estavam, quem morreu? Olhei o caixão e a surpresa maléfica me apanhou, ERA EU, eu?

Novamente o turbilhão e daí novamente era uma louca Rave, muito diferente das que eu estava acostumada, quanta gente feia e drogada. Isso tudo durou muito e muito tempo.

O tempo passou, de jovem bela tornei um farrapo humano e quando não mais aquentava tão pesada loucura, ouvi meu nome e uma zelosa senhora dali me tirou.

Estou hoje aqui sendo tratada para livra-me do tão cruel vício que me embrenhei e foi a minha perdição.

Orem por mim, perdoe papai e mamãe.

Fabiola.

Médium responsável pela comunicação: Luciano

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