Psicografia de João que tirou a própria vida por causa de uma relação amorosa

Psicografia de João que tirou a própria vida por causa de uma relação amorosa

Psicografia de João que tirou a própria vida por causa de uma relação amorosa
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Nota de Esclarecimento: A responsabilidade pela comunicação obtida através dessa psicografia é do Grupo Socorrista Obreiros  do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro.

Desde já precisamos informar que nosso blog não tem nenhuma relação direta com o Grupo Socorrista citado acima. Apenas divulgamos o trabalho realizado.

Na psicografia abaixo, João conta como foi sua história diante de um caso amoroso que não deu certo. Diante da desilusão amorosa, suicidou-se, devido o acúmulo de rancor.

Desperto e mais recuperado do trauma, agora teme o reencarne, que servirá como prova para recuperar o perispírito danificado.

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Início da comunicação:

Quais as palavras devo dizer para expressar aquilo que sinto? Palavras de afeto? Palavras de medo ou de angústia, ou palavras que vão me ajudar a sair da situação em que me encontro?

Faz muito tempo que sei que estou morto, mas me sinto mais vivo que nunca. Respiro, sinto frio, calor… Tenho medo… Muito medo. Porque será?

Fui uma pessoa realmente muito legal, eu pelo menos achava que era… Cumpria meus deveres de homem e cidadão comum. Eu já não era tão jovem e me apaixonei pela pessoa errada.

Fui tantas vezes advertido por meus familiares e meus amigos. Mas eu estava tão envolvido emocionalmente que resolvi sair de casa e assumir uma união ilegal.

A mulher que eu amava, para mim não tinha defeitos. Eu trabalhava num trabalho que me dava o necessário para manter meu lar, se é que eu podia chamar de meu lar. Uma casa modesta, mas muito ampla e segundo eu pensava comigo mesmo poderia abrigar muitos rebentos de meu amor, os meus filhos.

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E assim foi. Ela queria a qualquer custo trabalhar fora. Eu fui muito exigente no inicio e bati na tecla falando que eu não queria que ela trabalhasse.Mas, inteligente que ela era, conseguiu se empregar em um estabelecimento público, ou melhor, em um banco.Ia se tornando cada vez mais distante e várias vezes não almoçava em casa, e quantas e quantas vezes, chegava bem tarde da noite dizendo que o trabalho era que a prendia.

O tempo corria e a nossa convivência foi sendo afetada. Ela se arrumava com mais apuro. Aos sábados ia para o salão de beleza e ficava a maior parte do tempo.

Comecei a me preocupar, até que um dia recebi uma carta anônima que dizia da traição de minha mulher com um colega de trabalho. Não pensei duas vezes, pensei em acabar com ela e com ele. Mas achei que não seria bom, ou melhor, que eu não teria coragem. O que fiz?

Tomei uma arma guardada em um baú antigo, mirei meu cérebro e disparei. Suicidei-me. E aqui estou, a muitos e muitos anos, agora perambulo, mas já sofri muito e espero que a minha experiência sirva para alguns de vocês.

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Não vale a pena praticar o que pratiquei. Não vale a pena acreditar em alguém que você nem sabe quem é. Já passei por inúmeros tratamentos espirituais e fiz muitos pedidos para retornar a encarnar.

Mas oh! Se reencarnar voltarei demente. Não sei como será. Quero registar aqui a minha gratidão por terem me deixado escrever. Quero que peçam por mim.

Preciso de me equilibrar mais e deixar esses pensamentos de ódio, discórdia, de desamor…Preciso confiar mais em Deus. Obrigado.

João.

Psicografia publicada em 22/09/2018.

Médium: Catarina.

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Hugo Gimenez

Hugo Gimenez é o editor do blog O Estudante Espírita. Fisioterapeuta formado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), começou suas primeiras leituras da Doutrina Espírita com 15 anos de idade. Hoje em dia, se interessa não só por literaturas próprias do Espiritismo, mas também por assuntos de espiritualidade em geral.
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